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September 09 Soneto Perdido Eu volto à poesia O fato é que não há existência Hoje também não houve dia Sombra, penumbra, escuridão, ausência Eu rogo à poesia Torne-me forte, faça-me beleza Minha palavra cheia e em mim vazia Só quem ouve é o silêncio e minha certeza O que eu tenho é crença! Desejo o tempo caminhante E um coração parado no ar, perdido Ser nada. Que o tudo me esqueça! Quero ser o sopro errante Já que em mim eu perco o sentido. Magali Dias TrackbacksThe trackback URL for this entry is: http://kalindinha108.spaces.live.com/blog/cns!FD8EFBC6A08D95A2!1421.trak Weblogs that reference this entry
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