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DiFé cega, faca amolada! September 09 Soneto Perdido Eu volto à poesia O fato é que não há existência Hoje também não houve dia Sombra, penumbra, escuridão, ausência Eu rogo à poesia Torne-me forte, faça-me beleza Minha palavra cheia e em mim vazia Só quem ouve é o silêncio e minha certeza O que eu tenho é crença! Desejo o tempo caminhante E um coração parado no ar, perdido Ser nada. Que o tudo me esqueça! Quero ser o sopro errante Já que em mim eu perco o sentido. Magali Dias June 09 Poesia I Poesia I Rio, 03/06/2009 Quero brincar com você Assim como o tempo nos brincou por tanto tempo Eu quero levar você Pra um outro lugar onde o comum seja nós dois Quero provar você, provocar você Quero beleza, quero espuma, quero momento Quero começar do fim Despir, vestir, tecer depois Quero viver, quero inventar E quero sim: tormento Quero amar com tanta força, me transbordar Que só chorar que trás contento. December 03 CADERNO NOVO...Descobri, mais do que tudo que sou mulher, mulher sim e já.
Nova! Velha! Sábia e Burra! Sempre fui grande! E sempre fui bem mais emoção do que razão. Não necessariamente inpulsiva! Mas no fundo o meu coração me ganha! Agora, mais do que nunca, tenho grandes anseios de vida... grandes desejos e grandes metas! Hoje tenho um grande vazio e um grande coração pela metade!!! Inocente sim! Pura sim! Covarde, NÃO!!! Sou divertida e já perdi a vergonha de mim há um bom tempo! Sou livre... Gosto do meu sorriso, sou uma pessoa "espirituosa" e sei rir de mim. Deixei muita coisa pra trás, e já não faço mais muita coisa que gosto ou gostava de fazer... Sou "magnética" com pessoas especiais. Tenho a família certa e os amigos (verdadeiros) certos!!! Tenho, acima de tudo, DEUS! Tenho o GURU certo!!! O caminho que sempre quis... Agora é a hora de fechar a janela e abrir a porta!!! Aprendi muita, muita coisa sobre amor e com amor... fui a mulher mais feliz do mundo e guardo isso dentro de mim... Sei agradecer, sou certa e tento nunca machucar ninguém. Sou eu e nunca outra... nem a outra! 22 é um número estranho... mas gosto dos patinhos amarelos de borracha, me lembram meu lar... Kalindí 23/11/2007 02:33 am Caderno Azul -- Rio de Janeino 22/11/2005 12:25 am:Tô ficando velha! e com aquela mania de olhar pra trás...
penso que devo ter feito algo d ebom na última vida, pra ter nascido devota nessa e pra ter recebido um nome tão lindo: KALINDÍ! Nome bonito, menina bonita. E mesmo sempre sendo a renegada da famíla, o hamburger de soja do sanduíche, acho que aproveitei bem minha infância, Hoje pensei em como deve ser exitante ser criança, exitante mesmo, de tudo que descobri ser novo, de ter os sentimentos a flor da pele, o riso, o choro, o medo! Tive os melhores amigos que alguém poderia ter, por mais que hoje esteja um pouco chateada com o egoísmo dos meninos, mas eu aproveitei muito, me apaixonei muito, chorei pra caramba, fiquei com pessoas erradas, machuquei pessoas que gostavam de mim de verdade, sofri e sofri muito mais por ter um coração bom! Lutei por pouca coisa porque meus ideais e DEUS sempre me deram o que queria de mão beijada. Entrei na faculdade e estou amando o garoto-duende mais lindo do mundo; tenho uma mãe que me ama e se preocupa comigo, uma família toda que se preocupa e da qual eu me preocupo, vou ser tia , ma snão vou ficar pra tia!
tenh uma memória boa que não em deixa esuqecer d equem eu amo! me orgulho muito d enão comer carne, de ser boba, de fazer bolhinhas de sabão na janela do apartamento, de ser chata, de ser flor, de ser gente, de ser idealista mas não radicalista, de ler poesia e sre poesia, de me achar bonita! Eu falo de mais, de mais mesmo! Não tenho cuidado necessário com as minhas coisas nem com as dos outros, tenho amnias estranahs, tenho medo do escuro, mas não consigo dormir no claro, acordo mal humorada, faldo palavrão, odeio as manias dos outros, odeio mamão! Gosto do céu de Piri, gosto de ver a lua com o meu amor, de fazer amor à luz da lua! Gosto de boas músicas, filmes , poesias e comidas, gosto de criticar! Gosto de arte, gosto do zé Nitai emu irmão, da minha cachorra que é boba das idéias! Ver o pôr-do-sol do Arpoador, gosto de cerveja, de cantar HARE KRSNA, de ser HARE KRSNA. Não faço mal a ninguem!
Falo mal dos outros! não roubo, nem furto! Ando meio impaciênte, odeio gente sem conteúdo, não gosto quando dizem que pareço ter 25 anos. Quero me casar (só s efor com o Raphael) e ter filhos, ser presidente do IPHAN... Tenho sonhos, odeio dinheiro, mas tenho que confessar que preciso muito dele, durmo de mais, quase não minto! Meus sentimentos tem variado muito facilmente, fui uma criança pentelha, bem pentelha e feliz, já me ralei inteira, solto pum na frente do meu namorado! Amo: algodão-doce, maça-do-amor, bolinha de gude, cata-vento e bolinha de sabão! Adoro falar de sexo... Vou fazer 20 anos essa semana e não sei como me sinto em relação à isso, acho que não sinto nada, gosto de fazer aniversário! Gosto de festa! Sinto falta dos meus amigos, da minha família e uma saudade absurda do meu amor. Hihihihi! Gosto mutio de desenhar e escrever, gosto de sentir falta, não sou preconceituosa, sinto perna das pessoas e me sinto mal por não poder fazer nada por elas. Quero ver uma baleia! Quero que passe um mês logo... Ir pra Bahia. quero passar de ano na faculdade, quero que a Tulasi seja feliz de verdade, seja com quem for! quero dormir! tenho que ir. Reflexão sobre mim deixando d eser teoricamente adolecente, virando adulta com duas décadas de vida! November 22 É pra você...Quando não há compaixão May 15 carrocel carrocel
sinto o mundo passar a minhas costas
e o meu tempo é indiferente
disfarço minha dor por entre as horas
escondo as mãos atadas entre a gente
sufoco a sua falta
tudo com ela faz falta
você é tudo, e tudo aqui é quente
ignoro issa febre latente
tento pensar em alegria
abafo a ruína em que tudo se tornou
e me dissolvo na ficção da sua compania
desejo um brinquedo que gira, gira, gira
que me transporte pra perto de você
que destrua essa ansiedade doentia
e consuma essa saudade já tardia
desejo um brinquedo que gira, gira, gira
e transforme sofrimento em poesia.
Kalindí 21/03/06
January 20 Parece até que foi um sonho"Salvador, 14 de janeiro de 2006.
16:20h Quando entrei naquele túnel, senti como se tivesse perdido minha pele, perdendo assim a proteção contra o frio. Foi como entrar em um local sem ar. Foi como se a paz que reinava serena dentro de mim simplesmente tivesse se dissolvido no ar... Naquele momento - assim como em todos os momentos - doeu amar demais, doeu sentir demais a dor de não poder voltar, de não poder lhe tocar, sentir sua respiração, seu coração, olhar nos seus lindos olhos cor-de-mel e dizer, bem de perto e baixinho: EU TE AMO."
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